O post de hoje irá falar sobre a relação da doença Alzheimer com a nossa alimentação! Como podemos prevenir essa doença com os diferentes nutrientes que a nossa alimentação proporciona...
A doença de Alzheimer se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem). É caracterizada como uma patologia inflamatória degenerativa que danifica uma parte específica do cérebro chamada lobo temporal medial, causando a morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.
O Alzheimer é considerado uma doença complexa, pois não há uma única causa, podem ser considerados fatores de risco: hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, má nutrição, predisposição genética e sedentarismo. Estudos apontam que se esses fatores forem controlados podem retardar o aparecimento da doença e que quanto maior o nível de escolaridade menores são as chances de um individuo desenvolver os sintomas do Alzheimer.
Existe evidência que o estresse oxidativo, as vitaminas relacionadas com o metabolismo da homocisteína, as gorduras e o álcool têm um papel na patogênese da doença de Alzheimer. Um dos fatores com importância evidente para a saúde dos neurônios é o fornecimento de nutrientes necessários à manutenção do normal funcionamento do cérebro.
Dentre os nutrientes envolvidos na proteção do sistema nervoso, estão os ácidos graxos ômega 3, vitamina B1, B2, B3, B12, colina e as vitaminas antioxidantes C e E que combatem os radicais livres. Assim como selênio, manganês, cobre e zinco possuem um papel considerável na diminuição do estresse oxidativo e manutenção da integralidade do cérebro. Uma alimentação rica em peixes, vegetais folhosos verde-escuros, cereais, alimentos de origem animal como carnes, ovos e produtos lácteos (leite, queijos, iogurtes), frutas cítricas (acerola, laranja, tangerina) e sementes oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas do Pará) fornecem os nutrientes que auxiliam na proteção do sistema nervoso.
Portanto, a adoção de um padrão alimentar saudável com um consumo diário de fruta e hortaliças ricas em antioxidantes, a diminuição do consumo de gorduras saturadas e aumento das gorduras insaturadas (como por exemplo através da diminuição do consumo de carnes vermelhas e processadas), o aumento do consumo semanal de peixe, de frutas oleaginosas e de óleos vegetais, a inclusão de leguminosas e cereais e a moderação do consumo de álcool parecem ser a melhor estratégia para a prevenção da Doença de Alzheimer.
Assim, mudanças no estilo de vida são necessárias e quanto mais precoce a intervenção mais distante será a manifestação da patologia.
O Alzheimer é considerado uma doença complexa, pois não há uma única causa, podem ser considerados fatores de risco: hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, má nutrição, predisposição genética e sedentarismo. Estudos apontam que se esses fatores forem controlados podem retardar o aparecimento da doença e que quanto maior o nível de escolaridade menores são as chances de um individuo desenvolver os sintomas do Alzheimer.
Existe evidência que o estresse oxidativo, as vitaminas relacionadas com o metabolismo da homocisteína, as gorduras e o álcool têm um papel na patogênese da doença de Alzheimer. Um dos fatores com importância evidente para a saúde dos neurônios é o fornecimento de nutrientes necessários à manutenção do normal funcionamento do cérebro.
Dentre os nutrientes envolvidos na proteção do sistema nervoso, estão os ácidos graxos ômega 3, vitamina B1, B2, B3, B12, colina e as vitaminas antioxidantes C e E que combatem os radicais livres. Assim como selênio, manganês, cobre e zinco possuem um papel considerável na diminuição do estresse oxidativo e manutenção da integralidade do cérebro. Uma alimentação rica em peixes, vegetais folhosos verde-escuros, cereais, alimentos de origem animal como carnes, ovos e produtos lácteos (leite, queijos, iogurtes), frutas cítricas (acerola, laranja, tangerina) e sementes oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas do Pará) fornecem os nutrientes que auxiliam na proteção do sistema nervoso.
Portanto, a adoção de um padrão alimentar saudável com um consumo diário de fruta e hortaliças ricas em antioxidantes, a diminuição do consumo de gorduras saturadas e aumento das gorduras insaturadas (como por exemplo através da diminuição do consumo de carnes vermelhas e processadas), o aumento do consumo semanal de peixe, de frutas oleaginosas e de óleos vegetais, a inclusão de leguminosas e cereais e a moderação do consumo de álcool parecem ser a melhor estratégia para a prevenção da Doença de Alzheimer.
Assim, mudanças no estilo de vida são necessárias e quanto mais precoce a intervenção mais distante será a manifestação da patologia.
Cuide-se!

Nenhum comentário:
Postar um comentário